Vera Muller - Marketing Viewer

Marketing Viewer - Por Vera Muller

 

Maternidade de bonecas

06.07.2010 - por Vera Muller

A loja de brinquedos F.A.O Schwarz em Nova York é imensa e surpreendente, fascina adultos e crianças com propostas inovadoras no segmento de brinquedos, como a maternidade de bonecas.

As meninas escolhem ou “adotam” uma boneca com uma “aparência” desejada, definem a cor de pele, olhos e cabelo… O “bebê é entregue por uma enfermeira.

Uma forma de agregar valor ao produto com um serviço diferenciado, com certeza a menina não vai mais esquecer esta experiência de compra, e irá compartilhar com suas amigas.

O  mercado nos oferece oportunidades de inovar, é um aprendizado contínuo, seja pelo benchmark com outras empresas ou pelo comportamento do consumidor.


[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Postado na categoria: Pesquisa, Uncategorized
Comments (0)

Nestlé, Kraft, Unilever, Danone, Avon e Sadia aderem a sampling inovador

29.06.2010 - por Vera Muller

O conceito de loja com produtos grátis para os consumidores e como fonte de pesquisa para a indústria chegou para ficar no Brasil. O sucesso pode ser medido pelos números que a Sample Central exibe mesmo antes de abrir as portas, no dia 29 de junho, em São Paulo. A primeira franquia da rede internacional já tem 16 mil pessoas cadastradas para experimentar 220 produtos que estão nas prateleiras da loja.

Nestlé, Kraft, Unilever, Danone, Avon, Sadia, Hypermarcas e Seara são as principais das cerca de 60 empresas que já adeririam ao formato “ tryvertising”, do inglês try (teste) + vertising (advertisign, propaganda). Há desde café e adoçante até um test drive com um carro da Nissan (Livina), passando por chocolates, lasanha, desodorantes, cosméticos, camisinha, sopa, biscoito e sabão em pó.

O que estas marcas buscam é testar seus produtos de forma rápida e eficiente, o que vai de uma embalagem diferente até um novo sabor. É um modelo de sampling inovador porque, ao invés de simplesmente distribuir o produto, a indústria consegue saber exatamente o perfil de quem experimentou e se gostou ou não, uma vez que o consumidor cadastrado na Sample Central responde a uma pesquisa. Isso, com cerca de 500 amostras reais. Bem diferente de ações tradicionais que chegam a distribuir até um milhão de produtos e que demandam uma pesquisa maior sem a certeza de que a pessoa experimentou o produto.


Experimentação é seguida de compra

O projeto está sendo encarado como uma nova ferramenta dentro do mix de Marketing de algumas empresas. “O consumidor pode dar a sua opinião a partir de uma experiência igual a de compra”, aponta João Pedro  Borges, Gerente-Geral da Sample Central Brasil. “Teremos aqui uma visão real de experiência de compra e de consumo”,  diz Celso Loducca, um dos sócio da franquia brasileira. “Um dos focos principais é saber o quanto o produto gera interesse”, completa Nelson Marangoni , CEO do IBOPE Inteligência.

Para além da experimentação, o modelo também é próprio para que as marcas conquistem novos consumidores. “Setenta e seis por cento das pessoas que participam vão ao varejo e compram os produtos que experimentaram”, afirma Antony James, fundador e presidente Global da Sample Central. A loja é um grande laboratório. Serviços também estão sendo projetados para serem experimentados, como o Orby da Telefônica, uma linha telefônica voip com um dispositivo semelhante a um telefone touchscreen com aplicativos diversos.

Outra possibilidade é o teste de ações no ponto-de-venda. “Qualquer agência e qualquer marca pode desenvolver e avaliar aqui materiais de merchandising, embalagem e abordagem, pois simulamos um varejo também”, ressalta Fernando Figueiredo, Presidente da Bullet, outra empresa sócia da Sample Central Brasil, animado com o projeto. “O estoque está abarrotado de produtos e já tem até fila de espera”, ressalta.


Metas superlativas

De fato, há 20 empresas aguardando para terem seus produtos experimentados e avaliados. Muitas das metas para o primeiro ano já foram batidas e a expectativa de abrir mais uma loja ainda este ano é grande. O plano de ter cinco lojas em cinco anos, com um investimento de R$ 4 milhões no primeiro ano de operação, tem grande possibilidade de ser revisto para cima. Outro passo que ainda não está definido é o monitoramento da loja com câmeras que gravam a reação do comprador no ponto-de-venda.

O Marketing Digital e Viral é a grande aposta da Sample Central Brasil para conquistar “clientes” que pagam uma anuidade de R$ 15,00 para ter acesso aos produtos. Para a inauguração são esperadas cerca de três mil pessoas que já agendaram sua visita à loja. O perfil é o mais amplo possível, com pessoas a partir de 15 anos, das classes ABC, representantes de mais de 70% do poder de consumo do Brasil. Se depender dos números iniciais, a operação brasileira tem tudo para chegar, em pouco tempo, ao número de associados que tem Tókio, a primeira unidade da rede, com 1,7 milhões de pessoas em quatro anos.

Fontes: reportagem de Bruno Mello, para o  Mundo do Marketing, imagem retirada do site da Sample Central

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Empresas, Estratégia, Inovação, Mercado, Pesquisa, Produto, Serviços, Tendências
Comments (0)

Diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo tradicional

21.06.2010 - por Vera Muller

O Mundo do Marketing publicou os resultados da Pesquisa Cross Channel, mostrando algumas diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo tradicional. Confira os destaques.


Estudo traça diferenças entre consumidor virtual e do varejo tradicional

Segundo levantamento da e-bit, renda média de e-consumidores é maior do que a dos que compram fora de casa

Os e-consumidores têm renda média familiar maior do que os consumidores que realizam compras off-line. É o que indica a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, realizada pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise. De acordo com o levantamento, o orçamento médio dos consumidores que realizam compras em lojas on-line é de R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 daqueles que vão apenas às lojas físicas. Outro dado indica que 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, enquanto 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade.

O estudo também apontou para a diferença entre os meios de pagamento utilizados nos dois canais. Os clientes virtuais preferem utilizar o cartão de crédito, tanto na web, quando no varejo físico. Já as pessoas que compram exclusivamente fora de casa utilizam mais o dinheiro na hora do pagamento. Para adquirir produtos de maior valor agregado, entretanto, como eletrodomésticos, eletrônicos e itens de informática, a opção é o cartão.

Dos pesquisados na internet, 56% elegem a web como canal para compra de eletrodomésticos, contra 34% que optam por lojas especializadas fora do meio virtual. Já nos pontos-de-venda físicos, 77% compram o mesmo produto em lojas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um eletrodomético pelo e-commerce, mesmo não sendo esse o canal utilizado normalmente para fazer compras.

A pesquisa também registrou que 70% dos e-consumidores preferem adquirir ingressos nos endereços eletrônicos e apenas 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes pela internet. O estudo ainda apontou quais são as lojas que serão mais procuradas pelos internautas nos próximos meses. Para o segmento de eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% pelo Compra Fácil e 5% pelo Walmart.

Já para a categoria papelaria e escritório, a preferência é pela Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%. De acordo com o levantamento são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar em lojas físicas. Normalmente, a escolha é por produtos que não precisam ser vistos ou tocados, como acontece com artigos de supermercado, cosméticos e perfumaria e moda e acessórios.

Eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros são as categoriais com mais intenção de compra para os próximos meses entre os consumidores virtuais. Para os e-consumidores, a praticidade e a facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, pela falta de familiaridade com o canal.

Fonte: Sylvia de Sá, para o Mundo do Marketing

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Comportamento, Consumidor, Pesquisa, Tendências, Web
Comments (0)

Mais internet e menos carros?

01.06.2010 - por Vera Muller

Saiu ontem um texto da Advertising Age News trazendo uma relação não muito óbvia entre o aumentos do uso da internet entre os jovens e o aumento do uso do transporte público.

Confira o texto de Jeff Nack

•••••••••••••••••••••••••••••••••••

A revolução digital modifica a cultura?

Jovem está preferindo o transporte publico em vez de carro particular. O mundo digital tem culpa?


A Internet causou estragos na indústria da música, das companhias aéreas e até na mídia. Além disso, pode estar fazendo a mesma coisa no setor automotivo. É uma mudança que vem acontecendo debaixo do nariz dos comerciantes: O automóvel está se tornando cada vez menos relevante para um número crescente de pessoas com menos de 30 anos de idade. E poder ter amplas implicações para o marketing do setor, além do mercado de seguro, gasolina e varejo.

Para se ter uma idéia, em 1978 cerca de 50% dos jovens de 16 anos já dirigiam. Em 2008 esses números alcançaram 31%. Quando se fala de pessoas com 17 anos a diferença aumenta – Em 1978 eram 79%, já em 2008 são apenas 49%. Com jovens de 18 anos a diferença é de 18% entre as duas datas (1978: 86% / 2008: 68%). Com jovens de 19 anos o resultado é 92% contra 77%. William Draves culpa a internet. O presidente da Lern, consultoria que se concentra principalmente em jovens, sustenta que a era digital está transformando os Estados Unidos no início deste século.


Sua teoria é que quase tudo relacionado a mídia digital deixa os carros menos desejável ou útil. Fazendo do transporte público algo muito mais relevante porque o jovem pode mexer em seu computador, assistir a TV móvel ou acessar a internet.

“O tempo torna-se muito valioso para eles. Você pode trabalhar em um trem. Você não pode trabalhar em um carro. E a diferença é de duas a três horas por dia, ou cerca de 25% do seu tempo produtivo”, explica Draves.

•••••••••••••••••••••••••••••••••••

Ao que tudo indica, esses dados se baseiam nos jovens americanos. Será que veremos isso pelo mundo todo também?

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Comportamento, Mobile Marketing, Pesquisa, Tendências, Web
Comments (0)

Pesquisa em New York

07.07.2009 - por Vera Muller

Observar e pesquisar in loco é essencial para desenvolver diferenciais competitivos,  desenvolver produtos, estratégias de comunicação, ambientes físicos e detectar oportunidade de mercado.

Entre os dias 15  a 27 de julho, vou a New York para fazer pesquisa de mercado e tendências. A pesquisa terá como foco observar e analisar os hábitos e comportamentos dos consumidores (onde compram, o que vestem, onde encontram-se durante a semana, de dia, durante as horas de almoço, no happy hour e à noite), observar os parques, centros de entretenimento, arte, leituras, academias e livrarias. Além disto, verificar os produtos, serviços,  hábitos e influências que já estão incorporados na vida cotidiana do novaiorquinos, o que é e o que será tendência.

Para maiores informações acesse o link.

Pesquisa de Mercado e Tendência em New York

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags: ,
Postado na categoria: Mercado, New York, Pesquisa
Comments (0)

A (R)evolução do varejo online

30.06.2009 - por Vera Muller

A evolução do e-commerce é uma realidade, é o que nos mostra o gráfico com os números do setor. Alguns mitos que eram barreiras para a efetivação do processo de compra foram desmistificados, como a questão da segurança em relação a duas variáveis: o pagamento e a entrega conforme a promessa do fornecedor.

 

Além do B2C (business to consumer), modalidade precursora de comércio eletrônico, tem-se novas modalidades de negócio, como o C2C (consumidor para consumidor), cujo maior expoente é o Mercado Livre, inspirado no e-bay (site americano).

 

Essa tendência de comercialização cresce em percentuais relevantes por motivos diversos: pelo comportamento do consumidor, pela diversificação da oferta de produtos, pela comodidade e pela segurança da integridade física – não corro o risco de ser assaltado ao sair para efetuar uma compra. Para finalizar, vem a questão da revolução. Deve-se refletir sobre o impacto do e-commerce no varejo presencial, pois a “ditadura do varejo” está com os dias contatos.

 

A dependência dos fornecedores em relação ao varejo como meio para chegar aos consumidores finais irá diminuir gradualmente, pois eles poderão ofertar os seus produtos através do e-commerce de forma atrativa em questões de preço, design, etc., como já vem fazendo a Brastemp com a venda direta em seu site. O varejo deverá oferecer experiência de compra aos seus consumidores através de um ambiente atrativo, vendedores treinados e entretenimento. Nesse caso, a compra deve ser um evento e não somente uma troca.

 

 

faturamento-ecommerce

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Consumidor, Mercado, Pesquisa, Web
Comments (0)

Jovens preferem produtos segmentados

18.06.2009 - por Vera Muller

Os jovens têm um processo de compra distinto,o qual caracteriza-se pelas marcas,customização,ousadia, informação,desejam sentir-se únicos,mas ao mesmo tempo conectados com o mundo.

Apresento uma pesquisa realizada pela rede social Haboo em mais de 30 países,em que demonstra: 61% dos adolescentes dão preferência a produtos direcionados ao público jovem,no final da pesquisa, tem uma tabela a qual demonstra as cinco diferentes categorias e as cinco principais marcas por sexo em cada categoria.O curioso é que em duas categorias a preferência pelas marcas apresenta-se na mesma ordem.

Tem um vídeo sobre o comportamento do jovem , produzido pela Box 1824

Cosmopolitan Tribalism

.

Leia o post completo »

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags: ,
Postado na categoria: Comportamento, Consumidor, Estratégia, Mercado, Moda, Nichos, Pesquisa, Tendências
Comments (0)

A era do homo zappiens

25.05.2009 - por Vera Muller

Tudo ao mesmo tempo agora. O que quer e o que pensa a geração “Homo zappiens”, jovens que nasceram com computador em casa, acesso à internet e a toda sorte de dispositivos que podem ser controlados com toques dos dedos.

 

À primeira vista, eles são muito parecidos com o “Homo sapiens”, a espécie que domina o planeta há 150 mil anos. As necessidades básicas, pelo menos, são as mesmas: comem, dormem, usam roupas – tudo como seus antepassados. Mas há um aspecto que os torna quase uma nova espécie: a comunicação entre si e com o mundo.-Entre 13 a 15 anos os adolescentes dependem dos pais para comprar um tênis, ir a uma festa, mas desenvolvem hábitos diferentes, e que serão percebidos plenamente, em poucos anos, quantos estes serão os responsáveis pelo o consumo.

 

A comunicação é abundante, no Brasil, 25,5 milhões de pessoas se conectaram à internet, de casa, em março 12% mais do que uma ano atrás. Ao todo, o instituto Ibope Nielsen Online projeta a existência de 62,3 milhões de pessoas com acesso à internet no país, incluindo residências, escritórios e lan-house. Em março, cada usuário passou em média 26 horas e 15 minutos conectados à rede mundial. É mais do que um dia inteiro e supera a marca de qualquer outro país. O Reino Unido e a França, que vêm logo em seguida, registraram 25 e 24 horas, respectivamente.

 

Neste contexto acredito que não existe mais consumidor nacional, mas sim um consumidor global, conectado  ao mundo, com relacionamentos virtuais pelas comunidades de redes, muitas vezes estes relacionamentos superficiais, que com uma “tecla”apago quando quero.

 

Pessoas que vivem em um casulo, mas muito bem informadas. Como será o processo de compra destes adultos em poucos anos? Como as empresas estão preparando-se para atendê-lo? Devemos ter um olhar para este consumidor global, para que nossas empresas perpetuem no mercado.

 

Fonte: Valor

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Comportamento, Consumidor, Mercado, Pesquisa, Tendências
Comments (0)

Bolsa de Mulher mostra as marcas favoritas de suas usuárias

15.04.2009 - por Vera Muller

Em pesquisa realizada com 30 mil usuárias da rede social feminina Bolsa de Mulher (www.bolsademulher.com) no final de fevereiro, Natura e Boticário aparecem como as marcas mais citadas pelo público feminino. A rede social utilizou um critério aleatório para avaliação dos perfis cadastrados, que possuem espaço para que as usuárias citem suas marcas favoritas.

 

 

No ranking das 10 marcas mais citadas ainda aparecem Adidas, Christian Dior, Ellus, Avon, Colcci, Fórum, Zoomp e Lancôme.

 

 

O público da Bolsa de Mulher é formado majoritariamente por mulheres das classes A/B, entre 25 e 30 anos, com curso superior e residentes das capitais do Rio de Janeiro e São Paulo.

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags: ,
Postado na categoria: Consumidor, Marca, Pesquisa
Comments (0)

Classe média volta a se expandir, afirma FGV

12.02.2009 - por Vera Muller

A chamada classe média emergente segue em expansão nas seis principais metrópoles do país e passou a representar 53,8% da população em dezembro de 2008, segundo dados da pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas. Esse percentual era de 51,8% no mesmo período de 2007. A participação da classe C subiu num ano em que o rendimento nas maiores metrópoles cresceu 3,4%, impulsionada especialmente pelo reajuste do salário mínimo. A FGV constatou ainda uma expansão das classes A e B, cuja participação subiu de 14,76% da população em dezembro de 2007 para 15,33% em dezembro de 2008.

 

Fonte: Folha Online

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Mercado, Pesquisa
Comments (0)

Posts Antigos »