29.06.2010 - por Vera Muller
O conceito de loja com produtos grátis para os consumidores e como fonte de pesquisa para a indústria chegou para ficar no Brasil. O sucesso pode ser medido pelos números que a Sample Central exibe mesmo antes de abrir as portas, no dia 29 de junho, em São Paulo. A primeira franquia da rede internacional já tem 16 mil pessoas cadastradas para experimentar 220 produtos que estão nas prateleiras da loja.
Nestlé, Kraft, Unilever, Danone, Avon, Sadia, Hypermarcas e Seara são as principais das cerca de 60 empresas que já adeririam ao formato “ tryvertising”, do inglês try (teste) + vertising (advertisign, propaganda). Há desde café e adoçante até um test drive com um carro da Nissan (Livina), passando por chocolates, lasanha, desodorantes, cosméticos, camisinha, sopa, biscoito e sabão em pó.
O que estas marcas buscam é testar seus produtos de forma rápida e eficiente, o que vai de uma embalagem diferente até um novo sabor. É um modelo de sampling inovador porque, ao invés de simplesmente distribuir o produto, a indústria consegue saber exatamente o perfil de quem experimentou e se gostou ou não, uma vez que o consumidor cadastrado na Sample Central responde a uma pesquisa. Isso, com cerca de 500 amostras reais. Bem diferente de ações tradicionais que chegam a distribuir até um milhão de produtos e que demandam uma pesquisa maior sem a certeza de que a pessoa experimentou o produto.
Experimentação é seguida de compra
O projeto está sendo encarado como uma nova ferramenta dentro do mix de Marketing de algumas empresas. “O consumidor pode dar a sua opinião a partir de uma experiência igual a de compra”, aponta João Pedro Borges, Gerente-Geral da Sample Central Brasil. “Teremos aqui uma visão real de experiência de compra e de consumo”, diz Celso Loducca, um dos sócio da franquia brasileira. “Um dos focos principais é saber o quanto o produto gera interesse”, completa Nelson Marangoni , CEO do IBOPE Inteligência.

Para além da experimentação, o modelo também é próprio para que as marcas conquistem novos consumidores. “Setenta e seis por cento das pessoas que participam vão ao varejo e compram os produtos que experimentaram”, afirma Antony James, fundador e presidente Global da Sample Central. A loja é um grande laboratório. Serviços também estão sendo projetados para serem experimentados, como o Orby da Telefônica, uma linha telefônica voip com um dispositivo semelhante a um telefone touchscreen com aplicativos diversos.
Outra possibilidade é o teste de ações no ponto-de-venda. “Qualquer agência e qualquer marca pode desenvolver e avaliar aqui materiais de merchandising, embalagem e abordagem, pois simulamos um varejo também”, ressalta Fernando Figueiredo, Presidente da Bullet, outra empresa sócia da Sample Central Brasil, animado com o projeto. “O estoque está abarrotado de produtos e já tem até fila de espera”, ressalta.
Metas superlativas
De fato, há 20 empresas aguardando para terem seus produtos experimentados e avaliados. Muitas das metas para o primeiro ano já foram batidas e a expectativa de abrir mais uma loja ainda este ano é grande. O plano de ter cinco lojas em cinco anos, com um investimento de R$ 4 milhões no primeiro ano de operação, tem grande possibilidade de ser revisto para cima. Outro passo que ainda não está definido é o monitoramento da loja com câmeras que gravam a reação do comprador no ponto-de-venda.
O Marketing Digital e Viral é a grande aposta da Sample Central Brasil para conquistar “clientes” que pagam uma anuidade de R$ 15,00 para ter acesso aos produtos. Para a inauguração são esperadas cerca de três mil pessoas que já agendaram sua visita à loja. O perfil é o mais amplo possível, com pessoas a partir de 15 anos, das classes ABC, representantes de mais de 70% do poder de consumo do Brasil. Se depender dos números iniciais, a operação brasileira tem tudo para chegar, em pouco tempo, ao número de associados que tem Tókio, a primeira unidade da rede, com 1,7 milhões de pessoas em quatro anos.
Fontes: reportagem de Bruno Mello, para o Mundo do Marketing, imagem retirada do site da Sample Central
Tags: Tryvertising; Sample Central
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21.06.2010 - por Vera Muller
O Mundo do Marketing publicou os resultados da Pesquisa Cross Channel, mostrando algumas diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo tradicional. Confira os destaques.

Estudo traça diferenças entre consumidor virtual e do varejo tradicional
Segundo levantamento da e-bit, renda média de e-consumidores é maior do que a dos que compram fora de casa
Os e-consumidores têm renda média familiar maior do que os consumidores que realizam compras off-line. É o que indica a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, realizada pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise. De acordo com o levantamento, o orçamento médio dos consumidores que realizam compras em lojas on-line é de R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 daqueles que vão apenas às lojas físicas. Outro dado indica que 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, enquanto 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade.
O estudo também apontou para a diferença entre os meios de pagamento utilizados nos dois canais. Os clientes virtuais preferem utilizar o cartão de crédito, tanto na web, quando no varejo físico. Já as pessoas que compram exclusivamente fora de casa utilizam mais o dinheiro na hora do pagamento. Para adquirir produtos de maior valor agregado, entretanto, como eletrodomésticos, eletrônicos e itens de informática, a opção é o cartão.
Dos pesquisados na internet, 56% elegem a web como canal para compra de eletrodomésticos, contra 34% que optam por lojas especializadas fora do meio virtual. Já nos pontos-de-venda físicos, 77% compram o mesmo produto em lojas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um eletrodomético pelo e-commerce, mesmo não sendo esse o canal utilizado normalmente para fazer compras.
A pesquisa também registrou que 70% dos e-consumidores preferem adquirir ingressos nos endereços eletrônicos e apenas 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes pela internet. O estudo ainda apontou quais são as lojas que serão mais procuradas pelos internautas nos próximos meses. Para o segmento de eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% pelo Compra Fácil e 5% pelo Walmart.
Já para a categoria papelaria e escritório, a preferência é pela Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%. De acordo com o levantamento são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar em lojas físicas. Normalmente, a escolha é por produtos que não precisam ser vistos ou tocados, como acontece com artigos de supermercado, cosméticos e perfumaria e moda e acessórios.
Eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros são as categoriais com mais intenção de compra para os próximos meses entre os consumidores virtuais. Para os e-consumidores, a praticidade e a facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, pela falta de familiaridade com o canal.
Fonte: Sylvia de Sá, para o Mundo do Marketing
Tags: E-commerce
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15.06.2010 - por Vera Muller
O Alinhamento estratégico dos 4P’s (4P’s são as iniciais das palavras em inglês: Place – praça: ponto de venda/distribuição; Product – produto; Price –preço; e Promotion -promoção: toda a forma de comunicar a marca). Neste post, abordarei algumas tendências de um dos P’s – o Produto.
I - O mix de intangível + tangível
O produto não se trata apenas do objeto físico pelo qual pagamos. Ele transcende o nível essencial, englobando todos os atributos e benefícios que agregam valor, como a qualidade, a funcionalidade, o prestígio e a marca, entre outros. O produto essencial da Coca-Cola é o xarope, mas, quando incluo a marca, ele se torna “a Coca-Cola”, trazendo consigo uma série de características esperadas pelo consumidor.
A marca tem o poder de interferir na percepção das pessoas: com a marca elas têm uma percepção do produto e, sem a marca, outra. Por isso, quanto melhor a percepção da marca, maior o valor agregado dos produtos. Com a mesma força, a marca também proporciona uma blindagem para a concorrência, pois é fácil copiar produtos, mas não é fácil copiar as associações e os vínculos que estão na mente do consumidor.
Assim, cabe analisar o que é tangível e o que é intangível no seu produto: o quanto ele “vale”, ao invés do quanto ele “custa”. Pois é no valor que estão contidos os benefícios e é por eles que o cliente paga.
II – O produto é o protagonista, mas a forma como o apresento faz a diferença
A embalagem faz parte do produto – muitas vezes, suas características é que garantem a durabilidade até o consumo. Mas muito antes disso, seu poder de sedução está em sua atratividade no primeiro contato com os olhos do consumidor.
III – Os negócios beta
A participação do consumidor na construção do produto faz parte da plataforma da interatividade. A estratégia consiste em colocar o produto em teste junto ao consumidor, fazer os ajustes e depois colocar em produção, adotando um processo circular envolvendo o mercado e, com isso, trabalhando com antecipação as suas reações. Além disso, o processo em si pode ser uma ótima fonte de pesquisa do consumidor para empresa.
IV – A customização
Essa tendência tem como premissa básica a interatividade do consumidor, tornando o produto único. A prática já foi adotada por vários segmentos, como o da linha branca – no site da Brastemp, posso escolher a cor e configurar minha geladeira internamente conforme as minhas necessidades. No Studio ID, da Nike, posso customizar meu tênis. Outros casos são o Novo Uno e a Dell. Esses são apenas alguns exemplos.
As transformações são constantes, as tendências e os produtos que as acompanham mudam de acordo com o mercado. O importante é estar atento ao que acontece e planejar as estratégias para alcançar os resultados desejados.

Tags: Produto
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10.06.2010 - por Vera Muller
O Bradesco está levando muito a sério a sua ideia de Presença, conforme pode ser visto na notícia abaixo, divulgada hoje pelo Meio&Mensagem Online.
Bradesco cria rádio na web
Banco lança ferramenta que busca ampliar interatividade com cliente. Há estilos musicais para todos os gostos

Entrou no ar nesta quarta-feira, 09 de junho, a nova proposta do Bradesco para comunicação na internet: a Rádio Bradesco. Desenvolvida pela Age Isobar, a plataforma promete trazer entretenimento e conteúdo para o internauta.
A rádio pode ser acessada de diversas maneiras. Além de site próprio, ela está disponível nos principais portais do País como Terra, MSN, iG, Yahoo, UOL e Estadão.com, dentre outros. Alinhada com as novas tecnologias, a plataforma também poderá ser acessada no iPad, nos meios de telefonia móvel (iPhone, Nokia, Black Berry e demais smartphones).
O internauta ainda pode compartilhar as músicas ouvidas pelas redes sociais Twitter, Facebook e Orkut. A rádio não pára e disponibiliza os canais “Hits” e “Cool”, com escolhas que vão da MPB ao rock, do lounge ao hip hop. O novo espaço do Bradesco oferece ao ouvinte a possiblidade de dar uma menção positiva às opções tocadas – ou pressionar a alternativa negativa, deixando clara sua preferência por canção ou estilo.
Dentre os atrativos da ferramenta, estão informações diárias sobre educação financeira, tecnologia, seguros, cultura e sustentabilidade. O intuito do Bradesco é reunir entretenimento e conteúdo, criando possibilidades para que os ouvintes acompanhem a programação enquanto navegam na internet.
Fonte: Meio e Mensagem Online
Confira e depois nos conte se você gostou!
Tags: Rádio; Bradesco;
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04.06.2010 - por Vera Muller
Depois de um lançamento inusitado e interessante (usando a rede social Forspring.me entre outras mídias), a campanha do Novo Uno traz uma “ação offline” de relacionamento seguindo uma poderosa tendência: a customização. No final de 2009, já vimos algumas marcas como Fendi e JGoods lançarem kits personalizáveis para proporcionar a interação do consumidor com o produto.
Dessa vez, na campanha criada pela Sunset, agência do Grupo ABC, a Fiat está enviando 50 mil kits voltados para dois tipos de público das principais capitais do Brasil.
Para o público jovem, os kits vêm com um spray de tinta e três máscaras de stencils, cada uma representando um tipo de personalidade ou momento de vida. A proposta traz o conceito de customização que o carro propõe. A ideia é que cada pessoa customize uma camiseta ou outra peça de roupa.


Para os clientes e potenciais consumidores acima dos 30, a empresa enviará malas diretas que, ao serem abertas, transformam-se em peças 3D que mostram o Novo Uno em todos os ângulos, além de abordar mais as especificações técnicas do carro.
A campanha teve início em maio e vai até o final do ano.
Fonte: AdNews
Tags: Marketing de Relacionamento; Customização, Novo Uno; Fiat
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01.06.2010 - por Vera Muller
Saiu ontem um texto da Advertising Age News trazendo uma relação não muito óbvia entre o aumentos do uso da internet entre os jovens e o aumento do uso do transporte público.
Confira o texto de Jeff Nack
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A revolução digital modifica a cultura?
Jovem está preferindo o transporte publico em vez de carro particular. O mundo digital tem culpa?
A Internet causou estragos na indústria da música, das companhias aéreas e até na mídia. Além disso, pode estar fazendo a mesma coisa no setor automotivo. É uma mudança que vem acontecendo debaixo do nariz dos comerciantes: O automóvel está se tornando cada vez menos relevante para um número crescente de pessoas com menos de 30 anos de idade. E poder ter amplas implicações para o marketing do setor, além do mercado de seguro, gasolina e varejo.
Para se ter uma idéia, em 1978 cerca de 50% dos jovens de 16 anos já dirigiam. Em 2008 esses números alcançaram 31%. Quando se fala de pessoas com 17 anos a diferença aumenta – Em 1978 eram 79%, já em 2008 são apenas 49%. Com jovens de 18 anos a diferença é de 18% entre as duas datas (1978: 86% / 2008: 68%). Com jovens de 19 anos o resultado é 92% contra 77%. William Draves culpa a internet. O presidente da Lern, consultoria que se concentra principalmente em jovens, sustenta que a era digital está transformando os Estados Unidos no início deste século.

Sua teoria é que quase tudo relacionado a mídia digital deixa os carros menos desejável ou útil. Fazendo do transporte público algo muito mais relevante porque o jovem pode mexer em seu computador, assistir a TV móvel ou acessar a internet.
“O tempo torna-se muito valioso para eles. Você pode trabalhar em um trem. Você não pode trabalhar em um carro. E a diferença é de duas a três horas por dia, ou cerca de 25% do seu tempo produtivo”, explica Draves.
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Ao que tudo indica, esses dados se baseiam nos jovens americanos. Será que veremos isso pelo mundo todo também?
Tags: Jovens; Carros; Internet
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09.02.2010 - por Vera Muller
Recentemente escrevi sobre a galeria melissa, com a arte da choque cultural, virou moda o novo estilo de varejo – chamado galeria, um mix de varejo com cultura e música, aliás mixar é a ordem no mundo dos negócio.
Em recente pesquisa de marketing em São Paulo, deparei-me com a Mundo Mix, denominada galeria Mundo Mix com o slogan: concentrado de novos talentos, localizada na rua augusta, 2559_ esquina Alameda Lorena.
A galeria é puro conceito, a maior curtição com excelentes designers, produto diferentes e únicos, mistura moda – música- artes visuais- drinks, aos sábados tem DJ.Vale a pena conferir! (www.mercadomundomix.com.br)
Tags: Conceitos
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21.01.2010 - por Vera Muller
Liberdade para interagir, dialogar, opinar, ouvir, criar. Investindo nesse mix de elementos a marca de calçados femininos Cravo & Canela convida mulheres a participar do processo criativo da coleção de inverno da marca e cria o Fervo da Moda.
O projeto surgiu do desejo em estar mais próximo das pessoas, pois é isso que dá sentido ao trabalho da marca e visa através do diálogo, incentivar a participação colaborativa para obter maior alinhamento e acerto dos produtos desenvolvidos e também de futuras criações.
A marca acredita na importância da participação de seu público e por isso selecionou jovens antenadas de diversos estados brasileiros para o projeto. O que elas tinham em comum? Todas já participavam da história da Cravo & Canela, cada uma a sua maneira, algumas pela Incomum, revista digital da marca, outras contribuindo para pesquisas de grupo sobre os produtos ou por ações que a marca desenvolve com blogueiras.
O projeto aconteceu em três etapas e durante os encontros as jovens dialogaram com profissionais sobre peças já desenvolvidas para a coleção de inverno, identificaram o que as agrada, o que desperta desejo, o que desvaloriza o produto, avaliaram cartela de cores, materiais e tendências.
Além de trabalhar todos estes pontos, também foi desenvolvida pelas participantes uma pequena coleção “customizada” para o inverno, onde foram trabalhados insights de novos produtos. Elas também tiveram a oportunidade conhecer a fábrica e aprender como são fabricados os sapatos da marca.
A Cravo & Canela acredita que a relação entre as pessoas e a marca não deve ser uma relação passiva, mas sim geradora de experiências marcantes e inesquecíveis que continuem vivas, mesmo depois de cessadas, para que sejam lembradas e contadas.
Cravo & Canela
Direcionada para mulheres de estilo, apaixonadas por moda, sapatos e diversão, a Cravo & Canela se renova a cada coleção. Adquirida pelo grupo West Coast em 2005, a marca esta sempre atenta as tendências mundiais, já exporta para mais de 70 países, além de atender o mercado interno com qualidade. Essa rica combinação de elementos proporciona a suas exigentes consumidoras, beleza e muito conforto. A produção tem como base a cidade gaúcha de Ivoti e todos os calçados passam por rigorosos testes de durabilidade e qualidade antes de irem para o mercado.
Tags: Marca
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29.12.2009 - por Vera Muller
Evento quer trazer marcas de NY.
Em vez de “top models” na passarela, “top dogs”. Na plateia, em vez de fashionistas, adoradores de bichos de estimação. É disso que trata o Pet Fashion Week, evento calcado no modelo das feiras de moda que, no exterior, mobiliza audiência e negócios. A versão brasileira estreia em São Paulo, em abril de 2010.
Na última edição do desfile de cães este ano em Nova York, onde a ideia começou e prosperou há cinco anos, os realizadores contabilizaram US$ 7 milhões em vendas diretas no evento. “Foi um resultado 20% abaixo do ano anterior por conta da crise global”, estima o idealizador, o empresário americano Mario Di Fante, diretor executivo da MD Production. Os EUA são o maior mercado para produtos e serviços para animais de estimação, movimentando cerca de US$ 43 bilhões por ano. O Brasil é o segundo, e faturou em 2008 R$ 9,2 bilhões, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação (Anafal).
A vinda da Pet Fashion Week ocorre pela iniciativa da Aktuell, que realiza a competição de hipismo Athina Onassis International Horse e o circuito de barcos Class 1 em parceira com o empresário Eike Batista. “Será uma ótima oportunidade para trazermos marcas americanas do segmento de pet que tem produtos ainda inexistentes por aqui”, explica Rodrigo Rivellino, sócio e presidente da Aktuell.

Fonte:O Estadão
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18.12.2009 - por Vera Muller
O estudo da JWT (empresa de comunicação e marketing) aponta as dez tendências para a sociedade de consumo nos próximos anos, nenhuma novidade, o texto fez referências ainda ao efeito psicológico da vitória do Rio de Janeiro na disputa pelo direito de sediar os Jogos Olímpicos de 2016.
Busca pela estabilidade – consumidores esperam para ver sinais mais fortes de estabilidade para voltar a gastar
Leitura do rodapé do anuncio – detalhes das embalagens e letras pequenas em anúncios serão mais notadas
Transparência máxima – pessoas demandarão informações sobre ingredientes, calorias, emissão de carbono por causa da produção e fontes dos produtos.
O diabo veste embalagem – com o foco da sociedade no custo ecológico de embalagens, as marcas irão mudar para soluções recicladas, de reuso, etc.
BIC – Brasil, Índia e China estão emergindo mais rápido do que nunca, sob os pontos-de-vista econômico e político.
Fluxo da inovação – os produtos criados em mercados emergentes estão invadindo o mundo desenvolvido, onde já são considerados alternativas mais simples e baratas
Novas ferramentas para um mundo mais idoso – proliferação de produtos e serviços para a terceira idade, que quer viver de maneira independente pelo máximo de tempo possível.
Vida em tempo real – a internet move a percepção do que é ser atual para o “exatamente agora”
Importância do local – com tecnologia de mapas e dispositivos móveis, a conversa das marcas deverá entender onde o consumidor está, o que ele faz e o que ele pensa naquele momento.
Fluência do visual – o processo de mudança das palavras para as imagens irá acelerar, e veremos novas maneiras de explicar e dar luz a assuntos complexos.
Tags: tendência
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