Vera Muller - Marketing Viewer

Marketing Viewer - Por Vera Muller

 

Campanhas criativas

04.08.2010 - por Vera Muller

O post de hoje traz uma seleção de peças publicitárias, que passam o seu recado de forma muito criativa e impactante.

Fonte: Site E Osso

Abaixo, as faixadas  de tamanho gigantescas foram desenvolvidas por estudantes do Savannah College of Art & Design. O trabalho foi realizado para promover o centro Powerhouse Gym.

Muito bacana!

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Marcas são esculturas de significados

23.06.2010 - por Vera Muller

No dia 18/06, o Portal HSM publicou um texto do Fernando Jucá, Diretor Associado do Grupo Troiano de Branding, que reproduzo aqui no blog para compartilhar com os leitores a visão interessante que ele expressa sobre as marcas e seus significados.

Marcas são esculturas de significados

Em que consiste, na sua essência, a função do profissional de marketing? Se você repetir essa pergunta – como eu já fiz – para diversos executivos que atuam na área, provavelmente vai encontrar respostas bastante divergentes. Na literatura acadêmica as respostas também são múltiplas e, não raramente, geram mais confusão do que explicam. Mas uma pergunta desta importância não pode ficar sem uma resposta clara. Para encurtar a história, decidi investigar essa questão.

A proposta mais interessante que encontrei foi, para minha surpresa, a de um antropólogo, o americano Grant McCracken. Ele sugere – absolutamente não de forma inédita, mas de modo bastante assertivo – que profissionais de marketing são, em essência, “gerentes de significado”. Crescimento de market share, resultados financeiros positivos… o sucesso deste executivo é sempre diretamente ligado à eficácia com que ele constrói significado para marcas.

E então McCracken acrescenta que significados não são criados do nada, eles têm sua origem na cultura: o conjunto de crenças, valores, comportamentos e instituições que organizam a vida em sociedade. É nesta preciosa fonte que bebem os profissionais de marketing, buscando significados que são então gerenciados para agregar valor a um determinado produto ou serviço, construir marcas e retornar posteriormente para a vida do consumidor.

Faz sentido para você? Para mim fez. Tanto que continuei navegando nos mares da antropologia e constatei que diversos autores escreveram sobre as operações mentais que pessoas, vivendo em sociedade, naturalmente fazem para atribuir significados, e portanto valor, a coisas ou objetos (ou, se você preferir, produtos). Sempre comparando os resultados desta investigação com o que efetivamente acontece no universo das marcas, comecei a catalogar essas diferentes, e “ancestrais”, operações mentais e finalmente as organizei em 12 tipos.

Claro, não pretendo que esta lista seja exaustiva e definitiva. Espero sim que ela seja fonte de inspiração. Pois acredito que é da profunda compreensão das motivações envolvidas nestas “naturais esculturas de significado humanas” que nasce o talentoso profissional de marketing. Note bem que em cada uma destas “esculturas” o tangível não muda, ou pelo menos, não necessariamente. O que é esculpido e modelado são os significados atribuídos à coisa material:

1. De “coisa” para… “Amuleto”
Operação mental em que é atribuído um “poder mágico” a determinado objeto. Exemplo ouvido recentemente de um jovem: “nossa, com este tênis parece que sou capaz até de voar…”

2. De “coisa” para… “Ingresso”
Objeto cuja posse culturalmente passa a implicar, ou ao menos facilitar, a aceitação em um desejado grupo social, mesmo que não formalmente constituído. Exemplo: ser assinante de determinada revista contribui para que o consumidor seja percebido como um “intelectual”.

3. De “coisa” para…“Personagem”
Operação mental em que o objeto ganha significado e valor ao passar a fazer parte do enredo da vida da pessoa, como um personagem. Exemplo: o cartão de crédito que esteve comigo em todas as fases da minha vida.

4. De “coisa” para…“Caça”
Operação em que significado e valor são atribuídos ao objeto em razão de características do próprio processo de busca e aquisição. Exemplo atual: “itens de coleção, quando até uma simples figurinha ganha um valor inestimável”.

5. De “coisa” para…“Ponte”
O objeto ganha significado quando culturalmente se torna uma ponte para aproximar pessoas e facilitar a interação social. Esta ponte pode ser “física”, quando, por exemplo, a coisa se torna um presente, ou “emocional”, quando a ponte surge de um tema de interesse comum que o objeto desperta. Exemplo: uma camiseta com ilustrações inspiradas em um filme ou programa de TV.

6. De “coisa” para…“Autêntico”
Normalmente, operação mental que acontece no vetor temporal: objeto ganha significado ao se tornar um representante fiel de iniciativa ou momento valorizado do passado. Exemplo pessoal: o “baleiro” que orgulhosamente exibo na minha sala.

7. De “coisa” para…“Exótico”
Operação mental que navega no vetor espacial: objeto ganha valor quando passa a representar outras culturas ou pontos de vista. Exemplo: um vaso com motivos africanos.

8. De “coisa” para… “Troféu”
O que se torna escasso ou limitado, inclusive por meio do preço, ganha significado ao delimitar territórios sociais. Exemplos proliferam no mercado de luxo.


9. De “coisa” para…“Saber”
Objeto que também passa a delimitar territórios sociais, só que principalmente em função do conhecimento demandado para sua utilização e fruição. Exemplo obrigatório: uma garrafa de vinho.

10. De “coisa” para…“Bandeira”
Objeto que se torna símbolo de um desejo humano maior, como liberdade, amor, mudança ou a pátria. Exemplo antológico: uma motocicleta Harley-Davidson.

11. De “coisa” para…“Arte”
Objeto que passa a ser descrito como exemplo da inventividade humana e da nossa capacidade de transcender o meramente biológico. Exemplos abundam na gastronomia: “isto não é comida apenas, são pepitas de chocolate trufado”.

12. De “coisa” para…“Sagrado”
Objeto cujo significado mais evidente é transferido de outra pessoa, não raramente uma celebridade, que detinha a posse anterior da coisa ou que se envolveu na sua produção e consumo. Exemplo: o “perfume de Antonio Banderas”.

Em resumo: profissionais de marketing são gerentes de significado, trabalhando com esculturas de significado que naturalmente os consumidores estão aptos a produzir. Em certo sentido, nós não inventamos nada. Construímos significado quando gerenciamos eficazmente – estimulando e compartilhando com consumidores – um processo que é fundamentalmente humano.

Texto de Fernando Jucá para o Portal HSM

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Kidrobot: Faça arte possível

24.07.2009 - por Vera Muller

O Kidrobot é um negócio criado pelo designer Paul Budnitz, em 2002, com a proposta do mundo kidrobot’s premier designer, edições limitadas de arte em brinquedos, vestuário e acessórios para consumidores casuais e colecionadores dos bonequinhos kidrobot de todas as idades.

Os produtos kidrobot possuem características únicas, criados com a colaboração de vários artistas da música, grafite, moda, designer industrial e gráfico.

As fotos abaixo são da descolada loja Kidrobot em New York, no Soho. Tem diversos toys, bonequinhos divertidos, roupas e acessórios que encantam adultos e crianças.

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Pinkberry

23.07.2009 - por Vera Muller

Uma badalada fast food é a descolada e deliciosa Pinkberry, em frente ao hotel Red Roof, onde estou hospedada, localizado em Manhattan. A Pinkberry vende guloseimas feitas de iogurte congelado (textura parecida com sorvete) com vários acompanhamentos saborosos com frutas e doces, em um ambiente com decoração e visual moderno e futurista (mobiliário Philipe Starck e Le Klint).

A experiência de consumo é envolvente e marcante, explorando muito bem o marketing sensorial, com um visual diferenciado e música descontraída, alinhados com a identidade da marca. Veja as fotos abaixo.

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No ritmo da globalização

07.07.2009 - por Vera Muller

No pós de e-business deste semestre, os alunos foram desafiados a fazerem um trabalho em grupo sobre o impacto do e-business na cadeia de valor (fornecedor-indústria-intermediário- consumidor).

Um grupo desenvolveu um trabalho muito intessante sobre o segmento da música. Entre outros asuntos, apresentaram  o  Playing for Change: “Uma pessoa resolveu gravar em canais separados a mesma música tocada por diversos artistas de rua (ou não). Venda de CD e mp3 a um preço extremamente acessível.”

O projeto multimídia Playing For Change parte de uma idéia incrível: reunir músicos ao redor do mundo em torno de uma criação coletiva, produzindo uma mensagem de paz e esperança através da música. Interessante é que os músicos nunca se encontraram. As gravações são realizadas nas ruas em diversos países e cada um vai acrescentando sua parte. A produção é feita a partir de um estúdio móvel com notebooks, microfones, fones de ouvido, baterias de carro, câmeras de vídeo e outros equipamentos que garantem a alta qualidade das gravações.

fonte de referência:http://entaolengalenga.blogspot.com/2009/06/playing-for-change-song-around-world.html

O vídeo é emocionante.

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Inusitado – fazer diferente para criar valor

27.02.2009 - por Vera Muller

gorila

 

 

 

Uma escultura inédita – o artista inglês David Mach criou uma escultura de cabeça de gorila com 30 mil palitos de fósforo. O trabalho poderia ter sido feito, por exemplo, com argila, porém seria apenas mais uma no mercado e você não estaria lendo esta notícia.

 

 

Para conseguir cores diferentes para boca, língua, dentes e olhos, o artista usou palitos de 14 cores variadas, importados do Japão. As peças estão à venda por valores entre 20 mil e 35 mil libras (R$ 69 mil e R$ 120 mil). Com certeza, o uso do material diferenciado agregou valor para a escultura.

 

 

Achei genial o pensamento criativo e a implementação de David Mach. Parabéns!!!

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Microonderia: Brastemp e Camiseteria lançam concurso temático

05.06.2008 - por Vera Muller

microonderia

 

Em parceria com o Camiseteria, a Brastemp criou o Microonderia. Trata-se de um concurso temático na mesma mecânica do site, mas ao invés de camisetas, as pessoas poderão criar adesivos para personalizar os microondas da marca.

 

Dois designers serão escolhidos, e além de prêmio em dinheiro, terão suas criações expostas (e vendidas) nas lojas ao lado dos dois modelos de microondas desenhados pelo ilustrador Adhemas Batista e pelo estilista Ronaldo Fraga, já lançados pela Brastemp.

 

Criada pela Espalhe, a ação faz um bom aproveitamento da comunidade do Camiseteria, ao mesmo tempo que coloca um tradicional eletrodoméstico na onda de conteúdo gerado pelo consumidor.

 

Fonte: Brainstorm#9

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