O comportamento do consumidor e as mídias sociais
23.06.2010 - por Vera MullerDivisão de Veículos Segmentados do Grupo Sinos/RS irá promover o projeto LANÇAMENTOS IDEIAS na FRANCAL em São Paulo. Veja o convite abaixo!
Divisão de Veículos Segmentados do Grupo Sinos/RS irá promover o projeto LANÇAMENTOS IDEIAS na FRANCAL em São Paulo. Veja o convite abaixo!
SÃO PAULO – As mulheres controlam 70% do consumo mundial e nos próximos cinco anos estará em suas mãos uma proporção ainda maior dos gastos.
Isso porque o rendimento desta população terá um incremento de US$ 5 trilhões até 2014, resultado do maior ingresso delas no mercado de trabalho, o que representará US$ 15,6 trilhões. Entre 2002 e 2007, a renda das mulheres aumentou globalmente quase US$ 3 trilhões, para US$ 9,8 trilhões.
Os dados são de pesquisa realizada pelo BCG (The Boston Consulting Group), com 12 mil mulheres de 22 países e resultaram na publicação do livro “Women Want More”, de Michael J. Silverstein e Kate Sayre, sócios do BCG.
Estilo de vida
De acordo com os dados, 88% delas dizem que são responsáveis pelas compras de suas casas, sendo que 77% administram a família.
Globalmente, as mulheres controlam perto de US$ 12 trilhões do total de US$ 18,4 trilhões dos gastos no consumo discricionário (não-essencial). Até 2014, por sua vez, elas irão controlar US$ 15 trilhões.
Nos 20 principais mercados, elas controlam US$ 10 trilhões dos US$ 15,3 trilhões dos gastos discricionários e, até 2028, elas vão ter em mãos 72% destes gastos.
Valores femininos
A pesquisa mostrou que os valores mais importantes para as mulheres são amor (77% das respostas), saúde (58%), honestidade (51%) e bem-estar emocional (48%). Dentre as coisas que mais fazem as mulheres felizes, animal de estimação foi o item mais citado (42%), enquanto compras ficaram com 5% da resposta e economia com 2%.
“As mulheres não valorizam a riqueza e o dinheiro em si, mas os valorizam como forma de chegar à felicidade: a liberdade de ir atrás de satisfação, equilíbrio entre vida e trabalho e a capacidade de fazer tudo acontecer”, afirma Kate, responsável pela pesquisa.
Produtos e serviços
Os dados ainda revelaram que as mulheres estão insatisfeitas com produtos e serviços de diversas categorias disponíveis para elas. Serviços financeiros despontam em decepção entre as mulheres, já que 49% delas dizem que as empresas precisam fazer um trabalho muito melhor para entender às suas necessidades.
Outras 48% estão decepcionadas com a indústria automobilística, enquanto 47% citaram os bancos e 45%, os seguros de vida. Ainda entram na lista os médicos (42%) e os seguros de carro (39%).
“As empresas não são boas em atender às necessidades das mulheres com soluções que poupem seu tempo, não têm produtos desenhados e adaptados a elas. A abordagem de marketing e vendas é grosseira e, muitas vezes, ofensiva. As empresas falham em se alinhar aos valores femininos ou em desenvolver a comunidade, e não devolvem à sociedade tanto quanto poderiam”, diz Kate
Fonte: InfoMoney
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Levantamento aponta que pessoas utilizam a rede mais para visualizar características e buscar informações Meio&Mensagem |
A consultoria Deloitte apresentou durante o 12º Fórum de Varejo da América Latina, em São Paulo, a pesquisa As Relações de Consumo na Era do Comércio Online. O estudo contou com a participação de 109 empresas, de diferentes portes e segmentos, que atuam no País. Seus representantes responderam à pesquisa entre 20 de agosto e 8 de setembro.
De acordo com o levantamento, as empresas analisadas consideram as relações online um meio eficiente para a promoção de suas vendas – a internet é apontada por quase 70% das empresas da amostra e o celular, por 22%. Apenas 2% dos respondentes acreditam que o consumidor compra o produto e/ou serviço por impulso, sem análise criteriosa. Para 50% dos entrevistados, os potenciais compradores buscam, principalmente, obter melhores condições de compra ao utilizar a rede.
Mais de 40% da empresas respondentes acreditam que o seu público utiliza a internet para visualizar melhor as características e tomar conhecimento dos produtos e/ou serviços. No entanto, percebem que as pessoas e as empresas, na maioria das vezes, acabam por efetuar ou finalizar suas compras em instalações físicas. Das empresas analisadas, 53% utilizam a internet com a finalidade de aumentar ou melhorar o relacionamento com consumidores e clientes.
No início, o marketing era uma ATIVIDADE DE MASSA, e o consumidor era predominante passivo, as empresas lançavam produtos e serviços padronizados pela identificação e das necessidades da maioria dos clientes. NESTA FASE, O CONSUMIDOR NÃO TINHA ROSTO NEM NOME, SENDO APENAS MAIS UM MEIO A MULTIDÃO.
Com a evolução da economia, da tecnologia e dos padrões de consumo, surge o chamado MARKETING DIFERENCIADO OU SEGMENTADO, em que as empresas buscam ajustar suas estratégias a grupos de consumidores específicos, customizando suas ofertas de acordo com as exigências e com o perfil deles.
Finalmente,na década de 1990, diversas empresas realizaram o MARKETING INDIVIDUALIZADO OU MARKETING UM A UM, no qual cada cliente é tratado individualmente, em um relacionamento próximo e interativo, podendo delimitar as especificações do produto ou do serviço que melhor atendam os seus desejos.
No marketing segmentado quanto no individualizado o cliente passou a ter um papel ativo na definição da oferta das empresas, o que exigiu destas a customização e a personalização dos seus produtos e dos meios de comunicação e vendas.
MARKETING INTERATIVO: conjunto de ações de marketing direcionadas a criar uma interação entre o cliente e a empresa, na qual ele tem um papel ativo, possibilitando a personalização e a customização dos produtos e dos serviços oferecidos por ela.
Com a evolução da tecnologia da informação e da comunicação especialmente a internet, o marketing interativo evoluiu para o marketing digital.
A expectativa é que o marketing eletrônico venha a se tornar uma estratégia competitiva, primordial e amplamente adotada pelas empresas.
A maioria dos consumidores de hoje estão personalizando ativamente suas experiências digitais e provando o nicho de conteúdo e vídeo com uma crescente freqüência. Estamos na era do comportamento do consumidor digital, este tem um papel ativo nas organizações participando de estratégias de produto e de comunicação.
Fonte: Limeira Tânia M. Vidigal , E- marketing

Os brasileiros são os campeões do mundo no uso de softwares de comunicação instantânea como MSN Messenger, GTalk e Yahoo Messenger. Segundo relatório do Ibope Net//Ratings, 17,5 milhões de pessoas acessaram esse tipo de programa no mês de março, o que corresponde a 75% da base de usuários domésticos no País. Os brasileiros estão na frente de todos os países medidos pelo Ibope como Espanha (71%), Itália (57,8%), França (57,6), Reino Unido (55%). Os internautas locais também são os que passam mais tempo falando em comunicadores instantâneos, em média 4,5 horas. Quanto ao acesso a blogs, o país ocupa o terceiro lugar, com 11 milhões de pessoas.
Fonte: Cybermind