Vera Muller - Marketing Viewer

Marketing Viewer - Por Vera Muller

 

Diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo tradicional

21.06.2010 - por Vera Muller

O Mundo do Marketing publicou os resultados da Pesquisa Cross Channel, mostrando algumas diferenças entre o consumidor virtual e o do varejo tradicional. Confira os destaques.


Estudo traça diferenças entre consumidor virtual e do varejo tradicional

Segundo levantamento da e-bit, renda média de e-consumidores é maior do que a dos que compram fora de casa

Os e-consumidores têm renda média familiar maior do que os consumidores que realizam compras off-line. É o que indica a primeira edição da Pesquisa Cross Channel, realizada pela e-bit, em parceria com o Instituto Análise. De acordo com o levantamento, o orçamento médio dos consumidores que realizam compras em lojas on-line é de R$ 3.560,79, ante R$ 1.444,52 daqueles que vão apenas às lojas físicas. Outro dado indica que 80% dos adeptos às compras virtuais encontram-se na faixa entre 25 e 59 anos, enquanto 66% dos consumidores do varejo tradicional representam a mesma faixa de idade.

O estudo também apontou para a diferença entre os meios de pagamento utilizados nos dois canais. Os clientes virtuais preferem utilizar o cartão de crédito, tanto na web, quando no varejo físico. Já as pessoas que compram exclusivamente fora de casa utilizam mais o dinheiro na hora do pagamento. Para adquirir produtos de maior valor agregado, entretanto, como eletrodomésticos, eletrônicos e itens de informática, a opção é o cartão.

Dos pesquisados na internet, 56% elegem a web como canal para compra de eletrodomésticos, contra 34% que optam por lojas especializadas fora do meio virtual. Já nos pontos-de-venda físicos, 77% compram o mesmo produto em lojas especializadas, enquanto que 3% consideram adquirir um eletrodomético pelo e-commerce, mesmo não sendo esse o canal utilizado normalmente para fazer compras.

A pesquisa também registrou que 70% dos e-consumidores preferem adquirir ingressos nos endereços eletrônicos e apenas 5% dos consumidores de rua compram seus tíquetes pela internet. O estudo ainda apontou quais são as lojas que serão mais procuradas pelos internautas nos próximos meses. Para o segmento de eletrodomésticos, por exemplo, 8% dos respondentes disseram optar pelo Ponto Frio, 7% pelo Compra Fácil e 5% pelo Walmart.

Já para a categoria papelaria e escritório, a preferência é pela Kalunga, com 14%, seguida pela Livraria Saraiva, com 6%. De acordo com o levantamento são poucas as categorias que os e-consumidores preferem comprar em lojas físicas. Normalmente, a escolha é por produtos que não precisam ser vistos ou tocados, como acontece com artigos de supermercado, cosméticos e perfumaria e moda e acessórios.

Eletrônicos, artigos de informática, eletrodomésticos e livros são as categoriais com mais intenção de compra para os próximos meses entre os consumidores virtuais. Para os e-consumidores, a praticidade e a facilidade na compra on-line estão ligadas à comodidade e ao conforto, além da familiaridade com o ambiente web. Já para o consumidor tradicional, a internet ainda é um obstáculo na hora de adquirir um produto, pela falta de familiaridade com o canal.

Fonte: Sylvia de Sá, para o Mundo do Marketing

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Comportamento, Consumidor, Pesquisa, Tendências, Web
Comments (0)

A (R)evolução do varejo online

30.06.2009 - por Vera Muller

A evolução do e-commerce é uma realidade, é o que nos mostra o gráfico com os números do setor. Alguns mitos que eram barreiras para a efetivação do processo de compra foram desmistificados, como a questão da segurança em relação a duas variáveis: o pagamento e a entrega conforme a promessa do fornecedor.

 

Além do B2C (business to consumer), modalidade precursora de comércio eletrônico, tem-se novas modalidades de negócio, como o C2C (consumidor para consumidor), cujo maior expoente é o Mercado Livre, inspirado no e-bay (site americano).

 

Essa tendência de comercialização cresce em percentuais relevantes por motivos diversos: pelo comportamento do consumidor, pela diversificação da oferta de produtos, pela comodidade e pela segurança da integridade física – não corro o risco de ser assaltado ao sair para efetuar uma compra. Para finalizar, vem a questão da revolução. Deve-se refletir sobre o impacto do e-commerce no varejo presencial, pois a “ditadura do varejo” está com os dias contatos.

 

A dependência dos fornecedores em relação ao varejo como meio para chegar aos consumidores finais irá diminuir gradualmente, pois eles poderão ofertar os seus produtos através do e-commerce de forma atrativa em questões de preço, design, etc., como já vem fazendo a Brastemp com a venda direta em seu site. O varejo deverá oferecer experiência de compra aos seus consumidores através de um ambiente atrativo, vendedores treinados e entretenimento. Nesse caso, a compra deve ser um evento e não somente uma troca.

 

 

faturamento-ecommerce

[BlogMarks] [del.icio.us] [Digg] [Facebook] [Google] [Technorati] [Twitter] [Windows Live] [Yahoo!] [Email]

Tags:
Postado na categoria: Consumidor, Mercado, Pesquisa, Web
Comments (0)