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Kopenhagem quer o mercado de classe C

Atualmente o mercado da classe C no Brasil divide-se em C1 e C2 com as respectivas rendas familiares R$1.444,00 e C2 R$ 912,00, com uma participação de 41,9% de domicílios.

 

Esta fatia de mercado que a refinada marca de chocolate Kopenhagem quer conquistar – Com oito décadas de tradição, a marca Kopenhagen é uma espécie de referência nacional em chocolates refinados – e caros. A empresa da Língua de Gato, da Nhá Benta e das balas de leite tem 250 lojas no país e faturou 154 milhões de reais no ano passado, um crescimento de 285% em relação aos números de uma década atrás.

 

Apesar dos resultados exuberantes, a companhia enfrenta uma situação peculiar: ela está muito próxima de seu limite de crescimento. Estimativas de seus executivos apontam que, nos próximos cinco anos, o mercado brasileiro comportará a abertura de no máximo 90 novas lojas da marca, que é voltada basicamente para os consumidores da classe A – crescimento considerado limitado para as ambições da direção da empresa. Constatado o fato, a saída encontrada pelos controladores para garantir a expansão do faturamento foi lançar uma espécie de filhote da Kopenhagen, uma marca voltada para consumidores de baixa renda, batizada de Brasil Cacau. “O mercado da classe C é o que mais cresce no país e não pode ser desprezado”, diz Celso Moraes, dono do grupo controlador da Kopenhagen, o CRM.

 

Até o início de fevereiro serão abertas 12 lojas da Brasil Cacau, todas em São Paulo. Ao final do ano, a expectativa da empresa é ultrapassar as 50 unidades e, até 2013, atingir 500 lojas.

por: Marketing Viewer
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