O poder das redes sociais nas eleições

Em 2008, Obama mostrou a força das redes sociais em uma eleição. Atualmente, todos candidatos desejam conquistar a maioria dos eleitores através da internet. Querem fazer campanhas e ter um slogan forte para disseminá-lo pelo mundo.

Contrariando especialista, depois do primeiro debate presidencial na Band, Plínio Arruda se tornou o “Obama brasileiro”.  Ele alcançou o TT mundial no Twitter  por ter adotado uma postura inusitada perante os outros candidatos. Virar meme de humor, provavelmente não vai garantir a eleição do candidato do PSOL, mas renderá maior visibilidade e alguns percentuais na corrida presidencial.

Esse é apenas um exemplo para ilustrar como as atitudes dos candidatos vão repercutir nas redes sociais e, conseqüentemente, no marketing político. A equipe terá que redobrar a atenção em todos os detalhes da campanha. O mínimo escorregão do candidato pode acabar com toda a imagem positiva construída.

A verdade é que as redes sociais se tornaram uma poderosa aliada na guerra política. O problema é que, às vezes, a arma pode estar virada para si mesmo. Cabe ao especialista em mídias sociais trabalhar junto com a equipe para garantir o menor dano à imagem do candidato.

É bem provável que a nossa eleição presidencial não se torne um case do nível de Obama, mas ela vai ensinar a não desprezar o poder que o eleitor passou a ter nas redes sociais.


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Vera Müller

Mestre em Gestão Empresarial com ênfase em Marketing pela UFRGS, denomina-se uma apaixonada pelo marketing e estratégias inovadoras. Cursou especialização na HEC Paris, MBA na ESPM em Porto Alegre, graduação em Administração de Empresa e Contabilidade na FACCAT é admiradora de marcas, estratégias e ideias inovadoras. Recentemente encontrou no esporte uma nova paixão, hoje é praticante de corridas e está sempre em busca de novos desafios.

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