Um ícone se reposiciona

Após amargar perdas financeiras, a Lego iniciou um profundo processo de resgate da sua própria origem, reposicionando sua marca através de recursos de design e inovação.

 

A Lego ocupa o sexto lugar entre os maiores fabricantes de brinquedos do mundo e é um mito global que reúne em torno de si uma imensa legião de admiradores de todas as idades, dos dois, três anos de idade aos 80. Destes últimos, muitos mantêm relação com a marca desde a sua infância. Apesar disso, há poucos anos a empresa dinamarquesa passou por maus bocados, enfrentando problemas financeiros de enorme gravidade. Dívidas se acumularam e sua produção se descaracterizava, perdendo importantes atributos que a qualificavam diante do seu público.

 

Brinquedos de madeira.

 

Tudo começou em 1932, com uma pequena produção de brinquedos feitos em madeira pelo carpinteiro Ole Kirk Christiansen. Em Billung, pequena cidade na Dinamarca, tinha início uma história que se tornaria verdadeira saga familiar. Dois anos depois, a fábrica ganhava o nome Lego que, em dinamarquês, é corruptela das palavras Leg, que significa brincar, e Godt, que significa adequadamente, perfeitamente. Brincar perfeitamente se associava ao lema enunciado já naquela época: Fun and Play.

 

Fonte: D2B Desing to branding magazine


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Vera Müller

Mestre em Gestão Empresarial com ênfase em Marketing pela UFRGS, denomina-se uma apaixonada pelo marketing e estratégias inovadoras. Cursou especialização na HEC Paris, MBA na ESPM em Porto Alegre, graduação em Administração de Empresa e Contabilidade na FACCAT é admiradora de marcas, estratégias e ideias inovadoras. Recentemente encontrou no esporte uma nova paixão, hoje é praticante de corridas e está sempre em busca de novos desafios.

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